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Acervo de Fotos do Museu Histórico de Regência

 

O Rio Doce nasce na Serra da Mantiqueira, perto de Ouro Preto, e tem 800 km de extensão. Era chamado de "Vatu" pelos índios botocudos que habitavam o vale. na Década de 20, árvores eram cortadas e as madeiras desciam amarradas em forma de jangadas.

Eram chamados de Botocudos porque usavam botoques nos lábios e orelhas desde os 7 anos. Lutaram por suas terras até o final do Século XIX, quando foram exterminados  após o conde de Linhares, Ministro do Império, declarar guerra contra eles.

Membro da Nação Gê da qual pertenciam os botocudos. 

Até 1954, quando foi construída a Ponte de Linhares, Regência era ponto de embarque para o interior. Assim, armazéns e lojas foram construídos.

Foto de 1908.

Em 1863 o Governador da Capitania do E.S. Antônio Pires da Silva Pontes, sob recomendação de Dom Rodrigo Souza Coutinho, Conde de Linhares, fundou o quartel de Regência Augusta em homenagem a Dom João, Príncipe Regente. 

Porém, desde 1572 várias expedições até Minas Gerais para encontrar ouro e pedras preciosas já relatava habitações de índios botocudos e colonos na foz do rio Doce. Em 1936, após uma grande enchente, o rio abriu uma nova barra que foi destruindo a vila de Regência Augusta.

Igreja velha com mastro de São Benedito fincado. Foi destruída em 1940 com a mudança da foz do rio.

A nova igreja foi construída em lugar mais alto, acreditavam que o rio voltaria ao seu curso e as casas seriam reconstruídas. Porém, a vila foi crescendo para trás da Igreja Matriz.

O herói e seu algoz . Caboclo Bernardo e Manoel Fernandes de Almeida participaram do resgate do navio Imperial Marinheiro. Porém, o feito maior coube a Bernardo José dos Santos. Em 1914, Manoel matou Bernardo com tiros de espingarda. Dizem que por ressentimento da glória do herói.

Festa de comemoração do feito heróico na década de 50 com desfile escolar.

Farol antigo com 47 metros de altura foi erguido no pontal norte da foz devido a grandes bancos de areia que ameaçavam os navios. No início a iluminação era a gás.

Em 1907 foi transferido para o pontal sul próximo a uma bela lagoa. A barra mudou e a lagoa foi coberta por aningas e outras plantas. Hoje funciona a eletricidade.

Em 1997 a Marinha construiu um novo farol de concreto.

A cúpula do velho farol foi levado para frente do Museu Histórico

Barco transportador de cacau no Rio Doce que era navegado por navios até Colatina, onde era comum ver botos nadando. 

Lancha da saúde que percorria o rio atendendo os ribeirinhos.

Barcos a vapor subiam o rio. Os mais famosos foram Juparanã, Tupi e Tamoyos. 

Juparanã, navio de passageiros.

De Regência até Cachoeira Escadinha. 

Maquetes em garrafa doados ao Museu pelo escritor de Literatura de Cordel Juca Baiano 

Maquete em garrafa do Navio Juparanã 

Maquete em garrafa do Imperial Marinheiro

O museu fica na antiga casa da Marinha onde funcionava o telegrafo.

Construção da Casa de Congo de Regência

Primeira formação da Banda de Congo Mirim Caboclo Bernardo

Visite também o Museu do General

Em defesa dos Mananciais

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